Núcleo de Pesquisas Teatrais Encontros Possíveis

2 a 5 de dezembro de 2014 em Cuiabá e Chapada dos Guimarães-MT

Cidade dos Outros

A vida é um jogo que deve ser vencido a qualquer custo, mas o que se pretende ganhar?

Primeira Pele

O espetáculo traça o signo desta companhia que busca o aprimoramento e a intersecção das linguagens artísticas em seus espetáculos

Criadouro

O espetáculo trata do tema contemporâneo do consumo e o quanto a ganância pode ser fatal

sábado, 18 de março de 2017

ENTRENÃOLUGARES - Processo de trabalho em Holstebro (Dinamarca)


Juliana Capilé, Tatiana Horevicht e Julia Varley

De fevereiro a março deste ano de 2017 estivemos em Holstebro, Dinamarca, para trabalhar o novo espetáculo da Cia. Pessoal de Teatro: EntreNãoLugares.
Esta pesquisa está nos deixando muito empolgadas: o trabalho é uma parceria com o Nordisk Teaterlaboratorium, com direção de Julia Varley e trata de viagens, passos, histórias e livros, por enquanto.
Estamos revisitando Odisséias e olhando as rotas que o mundo têm: estradas, ventos, marés, rios... Não importa para onde vamos, o que importa é permanecer em movimento. Neste momento de grandes migrações, o que nos atinge é a imagem de um garotinho afogado em uma praia, que estava indo para algum lugar e foi parar em outro. 
Julia testa alguns tecidos com Tati
Esse espetáculo começou a ser germinado em nós lá mesmo, em Holstebro, por ocasião do Cohabitation e da pesquisa para nosso livro que nos permitiu ficar como residentes do Odin por três meses seguidos. Conhecemos nosso amigo Samier Edo, da Síria, e sua situação de refugiado. Ele trabalha como artista plástico na oficina do Odin e se esforça para aprender dinamarquês, enquanto torce para que a família consiga sobreviver à guerra. Conhecer o Samier nos fez sentir o quanto a guerra está próxima e como isso afeta as pessoas, mas elas continuam, seguem, e carregam em seus passos a história de seus caminhos.

 Descobrimos que também somos feitos de passos de outros que vieram antes de nós e que nós somos hoje um prolongamento, senão uma continuação, desses mesmos passos de antes. Somos todos caminhantes e caminhos, porque nossa existência interfere e contribui para a caminhada de outros. Dessa forma que Julia e o Odin interferiram nos nossos passos. A princípio fomos até lá seguindo o mapa de nossos professores, depois trouxemos eles pra cá através do Núcleo de Pesquisas - Encontros Possíveis que promovemos todo ano. Ligamos duas cidades periféricas: Cuiabá e Holstebro.









 Recebemos a visita de Eugenio Barba na sala de ensaio e mostramos para ele todo material que tínhamos; ele nos brindou com cerca de uma hora de conversa, o que contribuiu muito para nossos questionamentos.Também apresentamos para todos que estavam no Odin, agendando uma pauta, o que significou uma quase estréia para nós. É comum termos esse nível de generosidade neste reduto Odin Teatret, dos que trabalham lá e dos que estão por ali só de passagem. A generosidade e o comprometimento artístico do grupo acaba por contagiar e ditar a tônica das relações que acontecem ali. Melhor lugar do mundo para germinar uma criação.
Ensaio da cena

O processo de trabalho durante esse mês que passamos lá foi intenso, mas forrado dessa generosidade e companheirismo artístico. Encontramos outras duas residentes que contribuíram muito para o espetáculo: Marije Nie e Vilja Itkonen. Marije que trabalha com step dance na Holanda nos provocou com sua pesquisa sobre passos do mundo, o que nos fez concentrar nos pés dos que andam e nos passos que dão. Vilja nos presenteou com uma canção de ninar, direto da Finlândia, que diz para a criança que o mundo dos mortos está aqui do lado e não é tão ruim assim. Tudo isso é um mundo só.
Anna e nós
Tivemos o prazer de conhecer Anna Stigsgaard, da Dinamarca, que teve a generosidade de compor um arranjo e a paciência de nos ensinar a cantá-lo. Além da competência de Fausto Pro e Sabrina Martello, o melhor casal solucionador de problemas que existe!
E também temos que agradecer a inesperada presença do queridíssimo William Fidelis, que no tempo que passou conosco, nos ajudou com as fotos e vídeos. 


Nosso trabalho com o espetáculo está apenas no começo e já prevê muita coisa pela frente. Como caminhantes de longa jornada seguimos avante, com os olhos pregados no destino. Que os deuses abençoem nossa jornada!

EntreNãoLugares

Cia. Pessoal de Teatro
co - produção Nordisk Teaterlaboratorium
Direção: Julia Varley
Atuação: Juliana Capilé e Tatiana Horevicht
Cenotécnica: Genival Soares
Iluminação: Karina Figueredo
Preparação Vocal: Cris Puertas
Preparação Corporal: Giancarlo Piazzeta (Yoga & Cia)
Design Gráfico: Jan Moura
Audiovisual: Juliana Segóvia



terça-feira, 25 de outubro de 2016

ENCONTROS POSSÍVEIS 2016 - Status: CANCELADO


Foi uma decisão muito difícil... Com o coração apertado, decidimos cancelar o ENCONTROS POSSÍVEIS 2016
Desde 2009 conseguimos realizar, todos os anos, o seminário do Núcleo de Pesquisas Teatrais; houve edições em que fizemos apenas uma oficina e nada mais; outros momentos tivemos participantes nacionais e internacionais numa comunhão pra lá de especial. 
Este ano, com o tema Poéticas de Resistência, teríamos novamente a honra da presença de Eugenio Barba e Julia Varley, que arrumaram um tempo na sua agenda apesar das turnês do novo espetáculo, e Cipassê Xavante que estaria aqui para uma conversa sobre a estratégia xavante de contato. Também teríamos Marcio Xavier que iria reencontrar o amigo Jurandir Siridiwe Xavante, 25 anos depois do sucesso do espetáculo da Cia do Tamanduá O Olho do Tamanduá - baseado na pesquisa junto a cultura Xavante em MT.  Este ano seria um "encontro possível" com o diretor vinculado ao Grotowski Institute da Polônia, Jarek Fret, com os atores Alessandro Curti e Simone Sala, com palestra e demonstrações de trabalho sobre a abordagem dramatúrgica do testemunho como resistência a partir de dois espetáculos do Teatr Zar: Armine e Medea. Teríamos uma mesa para tratar da Poética de resistência com Marcelo Bones (MG), Leonardo Lessa (MG), José Fernando Azevedo (SP), Maria Marighella (BA), Tânia Faria (RS) e Nena Inoue (PR), da Frente Brasileira de Teatro. A 3ª edição da oficina de Kalaripayattu, que já está com uma turma de aprendizes iniciantes, com o mestre Sankar Lal Sivasankaran. Teríamos a Olímpia do Teatro Andante (MG) com Angela MourãoComo Superar o Grande Cansaço, do Eduardo FukushimaAve Maria com Julia Varley. Teríamos apresentações do Grupo Tibanaré e Teatro Faces, além de várias outras performances de artistas mato-grossenses durante o evento. Jan Moura já havia feito a arte e Juliana Segóvia já estava trabalhando os vídeos informativos. Mas, não será desta vez.
ENCONTROS POSSÍVEIS estava vinculado ao Circuito de Festivais de Teatro de Mato Grosso, apoiado pela Secretaria de Estado de Cultura, que é uma ação que miniminiza os custos de todo esse desafio de produzir um festival ou seminário, porque os produtores unem forças nessa rede, em colaboração e cooperação mutua. Apesar do Encontros Possíveis não ser um festival, foi valorizado pelos colegas que reconhecem no evento o potencial de oferecer um espaço para a articulação do pensamento criativo e a troca de experiências entre profissionais das artes cênicas, voltado para um público de artistas e fazedores de teatro, não só de Mato Grosso como do Brasil e mundo afora, e pretende continuar gratuito para reduzir as barreiras de acesso a formação e fruição. Por isso sempre buscamos uma fonte de patrocínio que garanta essa gratuidade, acreditando que é necessário investir nos profissionais/pesquisadores e grupos de teatro para a criação de uma rede de intercâmbio solidária. Mas, os cortes chegam primeiro na cultura e não pararão por aqui. Como muitos outros projetos de cultura e artes no Brasil, a realização foi comprometida. Estamos irmanadas com tantas outras ações que não puderam ser executadas pelo corte de verbas para a cultura. 
Agradecemos a força e a irmandade de guerreiras como Keiko Okamura, Lucas Koester e Luciana Ferreira, entre outros tantos que procuraram as soluções para que o Encontro ainda fosse Possível. Agradecemos a todos os convidados que se disponibilizaram a vir e aos artistas, amigos e companheiros de jornada, que já estavam fazendo suas malas rumo à Chapada dos Guimarães. Pra vocês, um recado: Só adiamos o abraço.  
Estamos cientes do  momento político e histórico. Estamos na luta!

E por último, mas não menos importante: Fora Temer suas PECs, peculatos e recatos!


Beijos no coração,

sábado, 8 de outubro de 2016

A Ave - uma homenagem a Wlademir Dias Pino


Em setembro tivemos a grata satisfação de trabalhar com uma equipe pra lá de bacana na direção do espetáculo A Ave - uma homenagem a Wlademir Dias Pino para o Narrativas em Cena do programa de literatura do Sesc Arsenal.
Tudo começou quando Evelise nos convidou para colaborar com a reformulação do antigo projeto Poesia, Versos e Cordas, que quem conheceu sabe o quanto era muito bom.
Escolhemos Wlademir Dias Pino por ser um autor de grande importância para a história da literatura matogrossense, mas não poderia ser um espetáculo comum.
Juntamos Dimond Crew no elenco, música de Roberto Victório e vídeo-arte de Luiz Marchetti, que trabalhou com Juliana Segóvia. Tudo ficou mais bonito com o projeto light design de Lorivaldo Rodrigues. Uma equipe super especial.
Foi bastante prazeroso trabalhar com profissionais comprometidos com a qualidade e preocupados em atingir um produto que consiga dialogar com o público alvo do programa: alunos do ensino médio.
Cumprimos com nosso objetivo e agradecemos aos parceiros!


segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Apresentações CIDADE DOS OUTROS - Agosto/2016



CIDADE DOS OUTROS


Dois personagens famintos passam seu tempo fazendo planos para gastar os "milhões" em dinheiro que terão quando ganharem na loteria. Como parte de uma engrenagem, o significado de suas vidas se resume em esperar e sonhar. Todo o resto já se esgotou. A vida é um jogo que deve ser vencido a qualquer custo, mas o que se pretende ganhar?

Direção: Amauri Tangará
Atuação: Juliana Capilé e Tatiana Horevicht
Dramaturgia: Juliana Capilé
Cenotecnica: Genival Soares

Realização: Cia Pessoal de Teatro

Algumas andanças:
  • Festival Amazônia Matogrossense;
  • Festival FUGA de Goiânia
  • Festival Internacional de Teatro de Caxias do Sul – Caxias em Cena
  • Mostra Guaná de Teatro Sesc 2011
  • Sesc Cena Mato Grosso
  • Arte no IL
  • Festival Velha Joana - Primavera do Leste
  • Palco Giratório 2014
  • Circula MT 2016 - na aldeia Wederã e Quilombo Vão Grande
  • Panorama de Artes da Cena - UFMT

AGENDA:

Dia 09 de agosto de 2016
Lançamento do Circuito de Festivais de Teatro de Mato Grosso; com a Secretaria Estadual de Cultura
Cine Teatro Cuiabá
19h
Entrada franca

Dia 10 de agosto de 2016
Temporada de apresentações da Reabertura do Cine Teatro Cuiabá
Cine Teatro Cuiabá
20h
Entrada 2kg de alimento não perecível


CONTATO: (65) 9811 2597 / 98160 2504
ciapessoaldeteatro@gmail.com

terça-feira, 26 de julho de 2016

PANORAMA DAS ARTES

Foto: Chico Alves

Nossa apresentação de CIDADE DOS OUTROS no dia 21/07 no Panorama de Artes da Cena na UFMT foi realmente surpreendente. O público lotou a circunferência quadrada de nossa arena e nos brindou com vários minutos de espera depois do último texto.

Foto: Chico Alves
A maioria do público saiu logo depois que os personagens ficam rodando, rodando, rodando, sem sair do lugar. Passávam por nós dizendo baixinho coisa do tipo: "parabéns", "excelente espetáculo", "adorei". O que nos deixa sempre muito felizes.

Um pequeno grupo de incrédulos permaneceu presente, dividindo a espera com os personagens. Lá ficamos cerca de 30 minutos. Ouvíamos eles indagarem sobre as razões do espetáculo, o que estávamos querendo dizer com isso ou aquilo, o que significava o cavalo, "e o urubu, somos nós?". No radinho de pilha um programa é anunciado: A Espera. Essa coinscidência quase nos levou à gargalhada, mas conseguimos nos concentrar.

Não sabemos se foi a organização do Panorama que pediu para eles se retirarem ou se eles acharam que não tinha mais graça ficar ali, e saíram, mas estavam esperando pela gente na porta do teatro. Tivemos uma deliciosa conversa sobre "isso, isso tudo".


CIDADE DOS OUTROS é realmente perturbador e continua sendo mesmo depois de 6 anos de estrada (estreamos em 2010). Acredito que a potência maior está na forma com que ele foi feito, com essa parceria com esse diretor que admiramos, Amauri Tangará.

Foto: Chico Alves
Outra grande potência é atuar olhando diretamente para o rosto dos espectadores. Fica claro quem está curtindo e quem está confuso; quem esperava ver outra coisa e quem foi gostosamente surpreendido; quem não gostou nada e quem curtiu.

Foto: Chico Alves
É um espetáculo que cada canto desse país responde de forma diferente, mas que nos perturba a todos. Talvez essa seja a maior potência afinal, a capacidade de nos perturbar depois de tanto tempo.

Agradecemos à produção do Panorama de Artes da Cena, em especial ao Sandro Lucose e à Keiko Okamura, por nos atenderem tão bem e com tanto zelo. Evoé aos companheiros de cena que dividiram conosco esse espaço aberto por esse evento; que possamos dar espaço à toda diversidade do teatro mato-grossense! E nosso beijo para Marianna Marimon que deixou sua impressão no site Cidadão Cultura.  Abraço à todos!

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Como uma aldeia xavante redefiniu um espetáculo de teatro contemporâneo.

 Cidade dos Outros - Aldeia Xavante Wede'rã - Mato Grosso / Brasil (junho/2016). Foto: Protásio de Morais

       Foi através dos olhos e olhares atentos do publico xavante que redescobri o espetáculo que atuo desde 2010. Cidade dos Outros, uma produção da Cia. Pessoal de Teatro (MT) é uma peça contemporânea que tem referencia em Beckett e sua obra. Estão presentes a inapetência, a espera por um “maná divino”, os devaneios da vida contemporânea urbana. O que tudo isso poderia dizer para uma aldeia indígena? Sua hierarquia, seus ritos, seus tempos e as horas que não passavam deram a apresentação que aconteceria, um lugar diferenciado.
            O espetáculo foi realizado no warã, espaço central da aldeia onde todos os dias os homens se reúnem. Foi neste espaço que na primeira noite, fomos solenemente apresentados à comunidade, para que soubessem quem somos, para que nos conhecessem. Minha sensação é que já haviam nos aceitado desde nossa entrada ou muito antes disso. Que estávamos próximos e distantes ao mesmo tempo, um misto de reconhecimento e estranhamento.         
            O espaço do warâ é enorme, é o centro da comunidade, tudo o que eu queria era ter um cenário maior, um espetáculo maior para ocupar o espaço. Quando a montagem da máquina de cena começou as crianças ficaram em volta, os homens ajudaram. Passaram a tarde construindo tochas para que a iluminação do espetáculo fosse maior e que assim pudesse ser registrado. Registro que foi realizado pela equipe de assessoria da SEC – MT e do Ponto de Cultura Audiovisual Apowê.  Cidade dos Outros inicia antes do público entrar e só termina quando o último espectador sai; não havia a mínima possibilidade de fazer isso lá. Na aldeia não há espaço para a solidão, citando a amiga e jornalista Lidiane Barros que presenciou na pele a vivência. Sabíamos que aquelas pessoas não iriam se aproximar somente quando tudo estivesse pronto para recebê-las e se retirar quando estivessem enfadados de esperar que os personagens parem de girar a máquina de cena, como acontece usualmente.  Eles ficariam. Essa foi a nossa discussão de um dia e meio na pré-produção da apresentação. A solução encontrada foi abrir toda a encenação, começo, meio e fim expostos. Sem artifícios, segregações espaciais, regras ou conceitos a seguir. O que tínhamos era o aqui e agora mais que verdadeiro, sem regras pré-estabelecidas. O que tínhamos era a verdadeira troca entre cena e espectador. Preparamos uma sinopse que contamos e que foi traduzida para que todos pudessem acompanhar o espetáculo. Começamos. A cada frase do texto, a cada silêncio, pausa, marcação, partitura realizada, pensávamos no que aquilo realmente significava. O que significava o tema da espera para quem tem o tempo todo a sua disposição, para aquele que não contabiliza sua vida em anos, dias e horas? O que significava o tema da insanidade pelo consumismo para aquele que é mais do que tem?  O que importa o tema da indiferença com o outro para quem se reconhece em comunidade, para aquele que tem como parente o seu próximo desconhecido? Acabamos o espetáculo que não acaba com um belo: e assim termina o teatro! Recebemos os aplausos, os apertos de mãos e abraços de agradecimento reciproco. O que aconteceu depois foi mais um aprendizado. Todos de mãos dadas, em volta da Urbitária, nossa máquina de cena, dançamos e cantamos com a nação xavante. Uma forma de congraçamento e de troca generosa. Para encerrar a celebração como disse Cacique Cipasse. Para nos irmanar e nos reconhecer compartilhando um momento eterno e fugaz, eu completo.
            Entre alegrias fomos nos trocar, desmontar a máquina de cena, jantar e então conversar. Tudo o que queríamos saber era se foi possível entender o português. Sim, claro que sim, somos nós que não entendemos a língua indígena. Quanto ao espetáculo, muito engraçado e muito bom para as crianças, porque são coisas que os adultos as alertam, para que fora da aldeia não caiam no embuste do consumismo ou do trabalho escravizado pelas horas do relógio. Um espetáculo para crianças! Que coisa mais feliz de se saber, pois quando atuava para a comunidade atenta, era como eu me sentia, uma criança.
            A frase final incluída na apresentação vaticinava o que ali se iniciou: um teatro terminou e outro começa a nascer em mim.







sexta-feira, 13 de maio de 2016

NÚCLEO DE PESQUISAS TEATRAIS - ENCONTROS POSSÍVEIS: KALARIPPAYATTU (Workshop Intensivo) - INSCRIÇÕES ...


Mestre Sankar Sivasankaran Nair


Já estão abertas as inscrições para o Workshop Intensivo de Kalarippayattu, com o mestre Sankar Lal (Índia/Polônia). Para atores, bailarinos

Investimento: R$ 250,00

Clique Aqui e faça sua inscrição.
Se preferir envie um email para ciapessoaldeteatro@gmail.com
Ou ligue 65 8160 2504

Esta é uma ação do NÚCLEO DE PESQUISAS TEATRAIS, promovido pela Cia Pessoal de Teatro, com a parceria do Sesc Arsenal.




http://nucleodepesquisasteatraismt.blogspot.com.br/